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Sem referência de NY, juros futuros têm leve queda no Brasil apesar de surpresa com BC chinês

Placeholder - loading - Moedas de 1 real 15/10/2010 REUTERS/Bruno Domingos
Moedas de 1 real 15/10/2010 REUTERS/Bruno Domingos

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Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) - Sem a referência dos Treasuries em função de feriado nos Estados Unidos, as taxas dos DIs fecharam a segunda-feira em leve baixa, em uma sessão marcada pela baixa liquidez e pela surpresa com a manutenção da taxa de juros pela China.

O feriado do Dia de Martin Luther King Jr. nos EUA deixou os mercados globais sem a referência de Wall Street, o que reduziu o volume negociado e direcionou as atenções para outras praças. Entre elas, destaque para a China, que não alterou sua taxa de juros de médio prazo, na contramão do que esperava o mercado.

O banco central chinês manteve nesta segunda-feira em 2,50% a taxa para 995 bilhões de iuanes (138,84 bilhões de dólares) em empréstimos de um ano do instrumento de médio prazo (MLF) para algumas instituições financeiras.

Já a Alemanha, principal economia da zona do euro, informou que seu Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 0,3% em 2023, conforme o Escritório Federal de Estatísticas. O resultado ocorreu devido à inflação persistente, aos altos preços da energia e à fraqueza da demanda externa.

Os dados -- que sugerem maior cautela em relação à economia global -- deram força ao dólar ante a maior parte das demais divisas no exterior e davam sustentação às taxas dos títulos alemães.

No Brasil, as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) chegaram a subir pela manhã, refletindo um pouco desta cautela. Às 10h14, a taxa do contrato para janeiro de 2027 subia cerca de 5 pontos-base. No mesmo horário, a taxa do DI para janeiro de 2031 tinha alta de aproximadamente 4 pontos-base.

Durante a tarde, na ausência da referência de Nova York e de notícias internas que justificassem mudanças radicais de posições, as taxas se reaproximaram da estabilidade e, depois, passaram a registrar leves baixas. Na Europa, as taxas dos títulos alemães também haviam perdido força.

“Houve alguma operação mais cautelosa com a China e tivemos picos no dólar e na curva (de juros). Com isso passando, o mercado se acomodou”, pontuou o gerente da mesa de Derivativos Financeiros da Commcor DTVM, Cleber Alessie Machado.

Internamente, as atenções seguem voltadas para as negociações entre governo e Congresso que giram em torno da área fiscal. Em entrevista na tarde desta segunda-feira, em Brasília, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que irá discutir uma série de pautas com o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), mas que o ponto mais importante é encontrar uma alternativa para manter o Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional.

O recesso parlamentar, no entanto, termina apenas no início de fevereiro. Até lá, o noticiário de Brasília tende a permanecer morno.

Pela manhã, o Banco Central informou que as medianas das projeções do mercado contidas no relatório Focus apontam para uma inflação de 3,87% em 2024 e uma Selic de 9,00% no fim deste ano.

No fim da tarde desta segunda-feira a taxa do DI para janeiro de 2025 estava em 10,055%, ante 10,075% do ajuste anterior, enquanto a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 9,62%, ante 9,654% do ajuste anterior. A taxa para janeiro de 2027 estava em 9,755%, ante 9,773%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2028 estava em 9,995%, ante 10,013%. O contrato para janeiro de 2031 marcava 10,39%, ante 10,396%.

Perto do fechamento a curva a termo precificava 98% de chances de o corte da taxa básica Selic no fim de janeiro ser de 0,50 ponto percentual. Outros 3% são de apostas em corte de 0,75%. Atualmente a Selic está em 11,75% ao ano.

Escrito por Reuters

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